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Enxerto ósseo para implante: entenda como funciona

Enxerto ósseo para implante

Enxerto ósseo para implante: entenda como funciona

O objetivo do implante dentário é repor um ou mais dentes que, por algum motivo, o paciente perdeu, e é constituído por duas peças: o pino e a prótese. O primeiro é uma peça metálica que substitui a raiz e, portanto, servirá de suporte para a segunda peça, que fica exposta imitando o formato de um dente.

Com o passar dos anos é normal que as pessoas percam os dentes, assim como os ossos alveolares — isso mesmo, você não entendeu errado: a estrutura óssea da boca também pode ser perdida por causa do avanço da idade ou devido ao aparecimento de doenças como periodontite. Quando esse é o caso, antes, o paciente precisa passar por um enxerto ósseo para implante.

Se você ficou curioso e quer saber um pouco mais sobre o assunto, continue com a leitura deste texto e entenda como é feito o enxerto ósseo em casos de implantes!

Qual a importância do enxerto ósseo?

Para que a colocação do implante seja bem-sucedida, a parte de titânio deve ser incorporada à estrutura óssea da boca do paciente. Quando o implante é colocado, as células ósseas migram para perto do pino ao mesmo tempo em que o tecido alveolar começa a cicatrizar e envolver aquele elemento novo — esse processo é chamado de osseointegração que, embora seja demorado, é fundamental.

Quando o tecido alveolar do paciente não está saudável ou não há em quantidade suficiente, a osseointegração não acontece de maneira satisfatória. Ou seja, o tecido ósseo fraco não é capaz de sustentar o implante, e por isso, é necessário fazer o enxerto ósseo.

Como é feita a cirurgia de enxerto ósseo?

O enxerto é uma operação cirúrgica que consiste em transplantar para um indivíduo alguma parte de seu próprio corpo ou, até mesmo, de outra pessoa.

No caso do enxerto ósseo para implante dentário, o cirurgião dentista tiraria fragmentos do tecido ósseo de um osso saudável do indivíduo para aumentar o tamanho e a espessura do osso alveolar, onde será realizado o implante. Dependendo do caso o dentista também pode usar um material sintético para preencher o tecido da região.

Ambos os procedimentos citados acima são feitos com o uso de anestesia — ou seja, o paciente não sente dor durante a operação. Após o enxerto ser realizado, ele precisa esperar vários meses para, enfim, realizar a cirurgia de implante dentário. Esse tempo é necessário para que o osso alveolar aceite o transplante e fique mais forte.

Embora o objetivo seja basicamente o mesmo, existem várias técnicas distintas de enxerto ósseo para implante dentário. Cada método tem características específicas, assim cada caso pode ser resolvido com a cirurgia que melhor atende às suas necessidades. Confira quais são os tipos!

Enxerto autógeno

Essa técnica é usada quando a quantidade de tecido necessário para o enxerto é bem pequena. O dentista extraíra o tecido ósseo do próprio paciente, transferindo-o para o local necessário. A coleta do material é sempre realizada em uma parte do corpo onde é possível fazer extrações sem criar complicações no futuro.

O enxerto alógeno é o tipo mais indicado para a maioria dos casos, pois como a fonte doadora é o próprio paciente, as chances de rejeição são bem menores. Além disso, a formação do tecido ósseo também acontece de maneira mais satisfatória nesses casos.

A cirurgia é simples, feita com anestesia local — a mesma usada na extração dos sisos — e é realizada dentro do próprio consultório do dentista. Em casos mais sérios, a cirurgia passa a ser feita no hospital com o auxílio da anestesia geral. Geralmente, o enxerto é retirado da bacia, tíbia ou da calota craniana.

Enxerto alógeno

A fonte do tecido ósseo é o organismo de outra pessoa, ou seja, o doador não é o próprio paciente, fazendo com que o osso perca parte de sua capacidade de desenvolvimento e proteína morfogenética. Os dentistas optam pelo enxerto alógeno quando se é necessário formar uma espécie de assoalho para direcionar a formação óssea.

Para garantir a segurança do paciente e o sucesso da cirurgia, antes de realizar o enxerto o dentista exigirá uma série de exames para garantir a compatibilidade entre o organismo de quem está recebendo o tecido ósseo e do doador. Além disso, eles também são necessários para saber se a pessoa que está doando tem ou já teve algum tipo de doença contagiosa como sífilis, hepatite, entre outras.

Enxerto xenógeno

O enxerto xenógeno é feito a partir de materiais biocompatíveis, podendo ser de origem animal (principalmente bovina) ou sintética (como cerâmica ou polímeros). O risco de rejeição é o maior entre todos os três tipos, e por isso, ele é o menos utilizado pelos dentistas, que só recorrem a esse método quando o paciente tem algum problema de saúde.

Como saber se é necessário fazer o enxerto ósseo?

Como já foi brevemente explicado no começo do texto, a perda do tecido alveolar faz parte do envelhecimento humano. Entretanto, existem situações que podem favorecer o desgaste dos ossos. Os pacientes que têm ou já tiveram periodontite, osteoporose, diabetes, as mulheres grávidas e na menopausa estão mais suscetíveis a precisarem de enxerto ósseo.

Embora os fatores citados acima, na maioria das vezes, resultem na perda óssea, o dentista não pode simplesmente assumir que seu paciente precisa de enxerto ósseo. Uma análise é feita por meio de radiografias, e até mesmo tomografias da mandíbula e do maxilar, mostrando precisamente como está a estrutura óssea e se será realmente necessário recorrer ao procedimento.

A melhor maneira de garantir que o seu enxerto ósseo para implante dê certo é escolhendo um bom profissional. Conte com um cirurgião dentista qualificado e que seja um especialista no assunto, afinal, tanto esse procedimento quanto o implante dentário são cirurgias que, apesar de serem mais simples, mas não deixam de ser invasivas ao seu corpo. Portanto, tenha sempre muito cuidado.

Ficou interessado em fazer um implante dentário? Está à procura de profissionais competentes? Então, entre em contato conosco e conheça um pouco mais sobre o nosso trabalho!

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